História

Em princípio, a Comunidade surgiu no coração do jovem Vitor Paris, que morava em Cachoeiro de Itapemirim, vindo em 2001 para Vitória com o intuito de estudar.

Num dado momento, sentiu-se muito atraído pelo Santíssimo Sacramento e desejoso de conhecê-Lo mais.  Passou, então, a visitar Jesus Sacramentado todos os dias.

Deste sentimento, nasceu um grupo de adoração às quartas-feiras, na Igreja São Francisco de Assis, em Jardim da Penha.  Vivendo aquela entrega ao Santíssimo Sacramento, sentiu a necessidade de se dedicar de maneira mais concreta, buscando se consumir num projeto que agradasse a Jesus Sacramentado.  Não pensou em comunidade, mas apenas que era preciso uma obra. Isto era de forma muito intensa.

A necessidade era tanta que o sacrário foi regado com muitas súplicas.  Ate que um dia, na sala de aula, entendeu que a obra era a Comunidade, e que esta já existia através da adoração.  Houve um sentimento missionário de tornar todos a sua volta, adoradores.  E, percebeu que as pessoas do grupo de adoração estavam envolvidas por este sentimento.

Resolveu falar com o Pe José Pedro Luchi, então Pároco em Jardim da Penha, antes de falar com qualquer outra pessoa, e as palavras do Padre foram:

“Diante da sarça ardente, Moisés tirou as suas sandálias; diante da vontade de Deus, nós devemos tirar as nossas sandálias.

Se rendendo à vontade de Deus, pediu autorização para fazer o convite a algumas pessoas que estavam no seu coração.

E assim, o fez, marcando uma reunião para o dia 14 de setembro de 2001, onde estendeu as mãos e convidou a cada um a viver aquilo com ele.  E todos responderam individualmente “quero”.

E assim, nasceu a comunidade e a sua primeira regra:  “adoração diária”, onde foi salientado que a adoração seria o “coração da comunidade”.

O dia 14 de setembro é na liturgia da Igreja o dia da exaltação da Santa Cruz. A cruz nos faz lembrar da maior prova de amor que a humanidade já viu: a entrega da própria vida em prol dos irmãos.

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